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Escolha Pública


    Existe um Tamanho Ótimo do Governo Brasileiro? – Um fato estilizado do crescimento econômico brasileiro é a forte presença do Estado na economia, seja na forma de intervenção direta ou regulatória. Esta intervenção pode resultar numa maior ou menor riqueza gerada pelo setor privado, conforme aspectos diversos desta intervenção. Este projeto objetiva mensurar o tamanho ótimo do setor público no Brasil, sob a ótica da despesa, da receita e outros aspectos regulatórios. Este tipo de trabalho se baseia em arcabouço desenvolvido pela chamada Economia Política Positiva (Escolha Pública), notadamente em pesquisas desenvolvidas por Gerald Scully, James Buchanan e outros.

 

    Ciclos Político-Econômicos e Responsabilidade Fiscal – Uma das mais importantes inovações institucionais no Brasil dos anos 90 foi a introdução da Lei de Responsabilidade Fiscal. Entretanto, o efetivo cumprimento da lei depende de incentivos oriundos do mercado político. Esta pesquisa procura mostrar como a probabilidade de reeleição pode influenciar o desempenho fiscal dos prefeitos, induzindo-os a adotar uma restrição orçamentária rígida. Usando uma amostra de dados para Minas Gerais, procura analisar a relação entre a reeleição dos prefeitos mineiros com a situação dos gastos públicos municipais, abrangendo questões típicas do federalismo brasileiro e tendo como pano de fundo a teoria sobre ciclos políticos. Este trabalho se insere na linha de pesquisa iniciada por Nordhaus, Hibbs e estendida recentemente por economistas como Alesina e Tabellini, Persson e Svensson, Drazen, entre outros.

 

Microeconomia Aplicada


    Determinantes Econômicos da Violência – Esta área pretende fornecer evidências empíricas sobre a importância das variáveis econômicas na explicação da variação das taxas de homicídios dos estados brasileiros baseado em estudos pioneiros de Gary Becker, prêmio Nobel de Economia. Além disso, estuda-se os três efeitos que influenciam a variação total de diversas variáveis sócio-econômicas (entre elas as taxas de homicídios), que são: efeito idade, período e coorte. Neste sentido, estima-se econometricamente tais efeitos utilizando metodologia proposta por economistas como Angus Deaton de modo a determinar a curva idade-crime (ou a curva de risco)

 

    O Que Faz os Indivíduos Migrarem? – Esta área está centrada no entendimento de quais características pessoais e de contexto socioeconômico e criminal alteram a possibilidade de o indivíduo ser migrante ou não. Para tanto, são utilizados os micro modelos de migração, mais especificamente via modelo logístico. O modelo de capital humano é utilizado como substrato teórico para a discussão sobre os diferenciais entre migrantes e não-migrantes e para a escolha das variáveis incluídas nos modelos logístico.

 

    Desemprego dos Jovens e Criminalidade – A melhoria das condições de inserção do jovem no mercado de trabalho é um ponto urgente a ser abordado. As formas de inserção atual e as possibilidades futuras do jovem brasileiro são muito precárias. O objetivo desta área é, através de medidas sintéticas como as taxas de atividade e de desemprego, analisar a situação da clientela em potencial de programas de primeiro emprego. Além disso, busca-se entender o envolvimento dos jovens no mercado criminal.

 

    Análise Econométrica do Futebol Brasileiro – O objetivo desta pesquisa é realizar uma  análise “esportométrica” do desempenho dos times de futebol participantes, por exemplo, de um dos mais importantes torneios do gênero no mundo: o Campeonato Brasileiro (1971-1998). Postula-se que o bom desempenho dos times seja relacionado não apenas à qualidade de seus jogadores como também a fatores econômicos e políticos.